


<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Newsletter | Municípia</title>
	<atom:link href="https://www.municipia.pt/category/newsletter/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.municipia.pt</link>
	<description>Cartografia, Cadastro, SIG, Desenvolvimento, Estudos, Consultoria e Formação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 May 2022 09:55:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2019/10/favicon.ico</url>
	<title>Newsletter | Municípia</title>
	<link>https://www.municipia.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Nova newsletter já disponível</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2022/05/13/nova-newsletter-ja-disponivel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nova-newsletter-ja-disponivel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 09:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=8140</guid>

					<description><![CDATA[<p>A inovação pode surgir como um evento aleatório ou esporádico. Na Municípia esteve sempre inscrito na génese do projeto que a inovação deveria assumir-se como um dos pilares fundamentais da construção do seu carácter. Passados 22 anos, estamos certos de que o nosso know-how em...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2022/05/13/nova-newsletter-ja-disponivel/">Nova newsletter já disponível</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inovação pode surgir como um evento aleatório ou esporádico.</p>
<p>Na Municípia esteve sempre inscrito na génese do projeto que a inovação deveria assumir-se como um dos pilares fundamentais da construção do seu carácter.</p>
<p>Passados 22 anos, estamos certos de que o nosso know-how em tecnologias de informação geográfica é único, é diferenciador e garante a nossa presença e crescimento contínuo.</p>
<p>E o futuro, como será? Descubra nesta edição.</p>
<p>Para aceder clique na imagem abaixo:</p>
<p><a href="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022-3.pdf"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-8141 size-medium" src="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-212x300.png" alt="" width="212" height="300" srcset="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-212x300.png 212w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-724x1024.png 724w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-768x1086.png 768w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-700x990.png 700w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1.png 794w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></a></p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2022/05/13/nova-newsletter-ja-disponivel/">Nova newsletter já disponível</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já está disponível a nova newsletter da Municípia!</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2021/01/21/ja-esta-disponivel-a-nova-newsletter-da-municipia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ja-esta-disponivel-a-nova-newsletter-da-municipia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2021 10:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=6648</guid>

					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que a prioridade é manter os munícipes em casa com o mesmo nível de serviço, nesta edição damos-lhe a conhecer o CityHub.pt: a Plataforma de Gestão Inteligente do Território. As respostas às perguntas: Sabemos a cada momento do que precisamos? Sabemos a...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2021/01/21/ja-esta-disponivel-a-nova-newsletter-da-municipia/">Já está disponível a nova newsletter da Municípia!</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que a prioridade é manter os munícipes em casa com o mesmo nível de serviço, nesta edição damos-lhe a conhecer o <strong>CityHub.p</strong>t: a Plataforma de Gestão Inteligente do Território.</p>
<p>As respostas às perguntas: Sabemos a cada momento do que precisamos? Sabemos a cada momento, onde está o que precisamos? Sabemos a cada momento como aceder ao que nos faz falta? também podem ser encontradas no artigo Infraestruturas de Dados Espaciais.</p>
<p>Clique na imagem para aceder à Newsletter:</p>
<p><a href="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/newsletter-municipia2021.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6651 size-medium" src="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Newsletter_rd1-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" srcset="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Newsletter_rd1-211x300.jpg 211w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Newsletter_rd1.jpg 313w" sizes="(max-width: 211px) 100vw, 211px" /></a></p>
<p>Esta nova edição inclui ainda um<strong> suplemento dedicado ao Sistema de Informação Cadastral.</strong></p>
<p>Clique na imagem em baixo e aceda ao Caderno Especial:</p>
<p><a href="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Caderno-Especial-Cadastro.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6653 size-medium" src="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Caderno-Especial_rd-213x300.png" alt="" width="213" height="300" srcset="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Caderno-Especial_rd-213x300.png 213w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2021/01/Caderno-Especial_rd.png 311w" sizes="(max-width: 213px) 100vw, 213px" /></a></p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2021/01/21/ja-esta-disponivel-a-nova-newsletter-da-municipia/">Já está disponível a nova newsletter da Municípia!</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones &#8211; Aplicabilidade</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/12/19/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-aplicabilidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-aplicabilidade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 16:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5709</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste contexto assumem particular importância, para além da dimensão em área, as reais necessidades em matéria de suportes cartográficos requeridos. Os suportes cartográficos deverão responder, ao nível de conteúdos e precisão (escala), às necessidades de utilização do respectivo produto final: agricultura, o uso da terra,...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/19/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-aplicabilidade/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones – Aplicabilidade</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste contexto assumem particular importância, para além da dimensão em área, as reais necessidades em matéria de suportes cartográficos requeridos.</p>
<p>Os suportes cartográficos deverão responder, ao nível de conteúdos e precisão (escala), às necessidades de utilização do respectivo produto final: agricultura, o uso da terra, os direitos de uso, o ambiente, os corredores de desenvolvimento, as cidades, as infraestruturas, os projectos, o ordenamento, ou em contraponto os media, a publicidade, entre outros. Por outras palavras, a definição do uso e rentabilização dos dados a jusante é fundamental.</p>
<p>De forma a facilitar a análise apresentamos um quadro comparativo das três tecnologias de aquisição em apreço:</p>
<p>A definição da exactidão posicional necessária para a finalidade de utilização é um elemento fundamental. Só após essa etapa é que se deve seleccionar a tecnologia mais adequada para o processo de execução de fotografia aérea.</p>
<p>Uma imagem de alta resolução, quer seja adquirida por satélite, aeronave ou drone, significa apenas que foi realizada com o máximo detalhe permitido para a tecnologia utilizada.</p>
<p>Conhecer o detalhe e a exactidão necessária em cada aplicação é o primeiro passo para tomar uma decisão acertada sobre a matéria-prima a utilizar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/19/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-aplicabilidade/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones – Aplicabilidade</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones &#8211; Resolução vs Exatidão</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/12/17/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-resolucao-vs-exatidao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-resolucao-vs-exatidao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 17:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5698</guid>

					<description><![CDATA[<p>Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones &#8211; Resolução vs Exactidão. O conceito de resolução de imagem descreve o nível de detalhe que uma imagem comporta, quer seja uma imagem satélite, uma imagem aérea digital ou uma imagem aérea de drone, na...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/17/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-resolucao-vs-exatidao/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones – Resolução vs Exatidão</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones &#8211; Resolução vs Exactidão.</p>
<p>O conceito de resolução de imagem descreve o nível de detalhe que uma imagem comporta, quer seja uma imagem satélite, uma imagem aérea digital ou uma imagem aérea de drone, na qual quanto mais alta for a resolução, mais detalhe tem a imagem.</p>
<p>Porém, consoante a tipologia de sensor utilizado, o termo “alta resolução” pode indicar resoluções muito distintas. Isto é, se nos referirmos a uma fotografia aérea digital, capturada a partir de câmara aerofotogramétrica digital, uma imagem de alta resolução terá a resolução de 2cm; caso o objecto sejam imagens satélite, uma imagem de alta resolução terá a resolução de 31cm; se for capturada por uma câmara fotográfica instalada num drone, terá a resolução de 1cm.</p>
<p>Por sua vez, o conceito de exactidão posicional é o valor indicador da concordância entre as coordenadas de um ponto, obtidas na cartografia de base topográfica e/ou sobre ortofotomapas, e as correspondentes no terreno obtidas por um método rigoroso (com equipamentos GNSS), e que garante observações o mais exactas possíveis. O erro médio quadrático (e.m.q) pode ser utilizado para este fim, ou seja, para determinação da exactidão posicional planimétrica e/ou altimétrica.</p>
<p>A título exemplificativo apresentamos, na tabela seguinte, duas tecnologias distintas, que produzem a mesma resolução de imagem (GSD): 30cm.</p>
<p>Tal como apresentado na tabela, para uma mesma resolução de imagem de 30cm a exactidão posicional anunciada para as imagens produzidas através de tecnologia de satélite é de 3,5 metros (worldview4), enquanto por fotografia aérea é de 0,75 metros.</p>
<p>O satélite Kompsat 3A é apresentado nesta tabela como um caso paradigmático de que a escolha de imagens com GSD com uma boa resolução não significa que o produto final atinja a exactidão posicional pretendida.</p>
<p>Apesar da imagem oferecer um GSD de 55cm é anunciada uma exactidão posicional de 70 metros, resultante da utilização de um modelo digital de elevação disponível no mercado com características que não permitem a produção de subprodutos com precisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/17/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-resolucao-vs-exatidao/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones – Resolução vs Exatidão</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones &#8211; Superfície</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/12/12/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-superficie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-superficie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 15:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5680</guid>

					<description><![CDATA[<p>A dimensão de alguns países menos desenvolvidos, associada à inexistência de meios nacionais para executar fotografia aérea, conduziu a uma assunção generalizada de que a melhor solução para uma cobertura sistemática de informação geográfica do território de uma nação seria uma cobertura de imagens de...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/12/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-superficie/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones – Superfície</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dimensão de alguns países menos desenvolvidos, associada à inexistência de meios nacionais para executar fotografia aérea, conduziu a uma assunção generalizada de que a melhor solução para uma cobertura sistemática de informação geográfica do território de uma nação seria uma cobertura de imagens de satélite.</p>
<p>Neste sentido, realizaram-se vários investimentos em coberturas avulsas de imagens de satélite em diversos pontos do mundo, sem a preocupação de garantir coberturas nacionais de informação geográfica sistemática, fiável e com resolução e precisão adequadas à procura generalizada dos diferentes actores, públicos e privados, do desenvolvimento dessas nações.</p>
<p>A dimensão geográfica do país não pode ser o critério mais importante na decisão da solução tecnológica para obtenção de uma cobertura de imagens nacional, nem muito menos o único. Em matéria de política de desenvolvimento nacional, a qualidade da informação geográfica de base no que respeita à resolução e exactidão é crucial na concretização dos objectivos definidos pelos diferentes Governos.</p>
<p>Da mesma forma, a massificação dos drones enquanto meios utilizados na produção de filmes publicitários, fotografia panorâmica para media e em alguns trabalhos para fins cartográficos de reduzida dimensão, introduziu de forma ruidosa uma percepção no mercado de que estaríamos perante uma tecnologia adequada à produção de bases cartográficas, com a dimensão e exactidão suficiente para fazer face às necessidades governativas de um determinado território. Esta percepção inadequada conduziu em muitos casos ao gorar de expectativas relativamente aos resultados que se podem alcançar com uma solução baseada neste equipamento e à grave desinformação relativamente às tecnologias a aplicar em cada caso onde as bases cartográficas são necessárias.</p>
<p>Existem diferenças claras e objectivas na solução técnica a empregar quando se pretende, por exemplo, observar as alterações anuais de grandes áreas de floresta numa determinada zona geográfica, suportar acções decisivas de ordenamento do território ou, virtualizar a 3D um determinado edifício. A disrupção e inovação tecnológica é fundamental, desde que devidamente contextualizada à sua aplicabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/12/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones-superficie/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones – Superfície</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/12/10/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 18:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5670</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao longo das últimas 9 décadas os tradicionais processos de recolha de imagens aéreas ganharam robustez e permitiram a globalização do acesso ao conhecimento da terra. Câmaras aéreas de grande formato transportadas em aeronaves, como o Beechcraft KingAir B200, os Cessnas 402, 404, 421 ou...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/10/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo das últimas 9 décadas os tradicionais processos de recolha de imagens aéreas ganharam robustez e permitiram a globalização do acesso ao conhecimento da terra. Câmaras aéreas de grande formato transportadas em aeronaves, como o Beechcraft KingAir B200, os Cessnas 402, 404, 421 ou mesmo o pequeno 206, cobriram sucessivamente o globo terrestre com fotografia vertical de qualidade e detalhe percepcionado por todos.</p>
<p>Paralelamente, as tecnologias por satélite foram evoluindo, existindo mais sensores em órbita, diferentes possibilidades de aquisição e melhorias na resolução espacial. A terra passou a ser observada com mais frequência através de imagens posicionáveis para consumo global.</p>
<p>A conveniência gerada pela acessibilidade a uma informação visual, intuitiva e partilhável permitiu o aparecimento de plataformas como o googleearth ou o bingmaps e, com enorme expressão, as app e webapp, que usufruem da integração de imagens de terreno para potenciar o seu negócio.</p>
<p>A utilização destas imagens, sejam elas produzidas a partir de sensores aerotransportados ou por satélite, passou a ser prática corrente, tendo um objectivo comum: obter uma experiência em que o utilizador reconhece de forma clara e transversal o conteúdo que lhe é apresentado.</p>
<p>O acesso a imagens aéreas democratizou-se e intensificou com o advento dos drones. Correctamente denominados de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTS) equipados com câmaras fotográficas, estes passaram a estar disponíveis no retalho, a preços acessíveis, convidando qualquer utilizador a adquirir o seu próprio conjunto de imagens aéreas. Fora dos levantamentos massivos de informação, mas em nichos muito particulares, os drones trouxeram a possibilidade de monitorização de pequenas áreas com frequências significativas, flexibilidade de trabalho a baixa altitude e o acesso generalizado a uma vista aérea com muito detalhe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/10/imagens-de-satelite-vs-fotografia-aerea-vs-imagens-de-drones/">Imagens de Satélite vs. Fotografia Aérea vs. Imagens de Drones</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Antes e depois da Municípia – Planos e Estudos</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/12/03/antes-e-depois-da-municipia-planos-e-estudos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=antes-e-depois-da-municipia-planos-e-estudos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 16:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5641</guid>

					<description><![CDATA[<p>Previamente à nossa constituição, a capacidade de interpretação e análise de fenómenos num determinado território cingia-se à consulta de informação existente na forma de mapa, tabelas Excel ou papel, em bases estatísticas emitidas pelo INE e no conhecimento empírico dos intervenientes. Com o nosso aparecimento...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/03/antes-e-depois-da-municipia-planos-e-estudos/">Antes e depois da Municípia – Planos e Estudos</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Previamente à nossa constituição, a capacidade de interpretação e análise de fenómenos num determinado território cingia-se à consulta de informação existente na forma de mapa, tabelas Excel ou papel, em bases estatísticas emitidas pelo INE e no conhecimento empírico dos intervenientes.</p>
<p>Com o nosso aparecimento no mercado, a capacidade instalada ao nível da análise espacial multivariada, a competência adquirida em termos de algoritmia de mapas e o investimento realizado num datacenter de alta performance e segurança, permitiram elevar o planeamento e estudo do território a um nível até então inalcançável.</p>
<p>Começámos por implementar Infraestruturas de Dados Espaciais de forma a dar respostas concretas e praticamente imediatas a fenómenos reais ou previsionais.</p>
<p>Desta forma, as autarquias passaram não só a poder cumprir as obrigações da lei em termos de planos, como também a reunir em si informação digital, no seu ambiente de gestão, com as devidas permissões de utilização hierarquicamente definidas, num nível de resposta operacional ímpar.</p>
<p>Este salto qualitativo extravasou as fronteiras portuguesas, pelo que em 2016 fomos convidados a integrar o projecto europeu Geosmartcity, em conjunto com 12 entidades Europeias de 9 nações diferentes. Durante este período, envolvemos os nossos recursos humanos e técnicos mais especializados na produção de ferramentas <em>open source</em> e estudos de base espacial em 2 áreas fundamentais de gestão: eficiência energética (denominada no projecto por Green Energy) e gestão de infraestruturas enterradas (denominado no projecto por <em>underground inteligence</em>).</p>
<p>O mesmo salto qualitativo deu ainda origem a um projecto simbólico financiado pelas Nações Unidas, no qual fomos responsáveis por produzir toda a cartografia de risco do território de Cabo Verde, culminando na modelação de vulnerabilidade, perigosidade e risco para os diversos fenómenos que assolam aquela Nação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/12/03/antes-e-depois-da-municipia-planos-e-estudos/">Antes e depois da Municípia – Planos e Estudos</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Antes e depois da Municípia – Desenvolvimento Aplicacional</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/11/26/antes-e-depois-da-municipia-desenvolvimento-aplicacional/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=antes-e-depois-da-municipia-desenvolvimento-aplicacional</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 16:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5616</guid>

					<description><![CDATA[<p>A proliferação dos SIG possibilitou-nos alcançar o próximo passo nos processos de inteligência da gestão territorial: a criação de ambientes de exploração de informação geográfica robustos, analíticos e democratizados através do desenvolvimento de aplicacional. O pioneirismo desta aposta dependia de implementações realizadas com o suporte...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/11/26/antes-e-depois-da-municipia-desenvolvimento-aplicacional/">Antes e depois da Municípia – Desenvolvimento Aplicacional</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proliferação dos SIG possibilitou-nos alcançar o próximo passo nos processos de inteligência da gestão territorial: a criação de ambientes de exploração de informação geográfica robustos, analíticos e democratizados através do desenvolvimento de aplicacional.</p>
<p>O pioneirismo desta aposta dependia de implementações realizadas com o suporte de software proprietário americano, com licenças anuais de tal forma proibitivas que impactavam os orçamentos municipais, retirando espaço para a produção do que realmente importava: os serviços orientados à gestão do território. Desta forma, criámos o projecto Ribatejo Digital, um exemplo histórico de uma das primeiras implementações que ainda hoje geram impacto positivo na gestão do território da lezíria do Tejo.</p>
<p>Em 2007, após termos formado uma equipa composta por programadores especializados em desenvolvimento de código em software <em>open source</em>, voltámos a provocar uma nova disrupção em matéria de aplicações de gestão territorial ao lançar no mercado um conjunto de aplicações sob a <em>framework</em> munwebGIS, totalmente assentes em software livre de licenciamento.</p>
<p>Por sua vez, este marco desencadeou todo um conjunto de acções conducentes ao fortalecimento e expansão deste tipo de desenvolvimento aplicacional, financiando inclusivamente software SIG <em>open source</em> a nível internacional, entre os quais o QGIS, que na sua versão 1.8 se chamou Lisboa devido ao patrocínio Municípia. Assim sendo, nos anos seguintes, assistiu-se à recomendação por parte da Administração Central para a utilização de <em>softwares</em> <em>open source</em> e à globalização da directiva inspire.</p>
<p>Com o surgimento da Municípia, as autarquias passaram a poder decidir se mantinham os custos anuais afectos a licenciamentos de software SIG proprietário ou, se reduziriam drasticamente o valor afecto em orçamento para licenciamento SIG, convertendo-o em aplicações orientadas ao seu caso concreto.</p>
<p>A plataforma de gestão cadastral, desenvolvida integralmente por nós, em software <em>open source</em> e aplicada em projectos como o SiNErGIC, o cadastro de Timor, o Land em Cabo Verde e o Mozland em Moçambique, espelha em absoluto a flexibilidade e agilidade conseguida através da livre colocação de licenças em trabalho de campo ou em gabinete e a robustez de processos operacionais permitido pelo desenvolvimento em ambientes de código aberto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/11/26/antes-e-depois-da-municipia-desenvolvimento-aplicacional/">Antes e depois da Municípia – Desenvolvimento Aplicacional</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Antes e depois da Municípia – SIG</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/11/21/antes-e-depois-da-municipia-sig/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=antes-e-depois-da-municipia-sig</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 15:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5602</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antes de chegarmos ao mercado, apenas o Município de Lisboa dispunha de 1 equipa com 2 técnicos, que operavam num pequeno gabinete de SIG. A nossa equipa, antes de ser Municípia, em 1989, já havia desenvolvido e implementado o primeiro SIG de suporte à decisão...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/11/21/antes-e-depois-da-municipia-sig/">Antes e depois da Municípia – SIG</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de chegarmos ao mercado, apenas o Município de Lisboa dispunha de 1 equipa com 2 técnicos, que operavam num pequeno gabinete de SIG.</p>
<p>A nossa equipa, antes de ser Municípia, em 1989, já havia desenvolvido e implementado o primeiro SIG de suporte à decisão de uma autarquia local – conhecido como “espião” geográfico –, em Oeiras, visitado à data pelo então Ministro do Planeamento e Administração do Território, Valente de Oliveira.</p>
<p>Com a constituição da Municípia, assistimos a uma mudança drástica no paradigma dos Sistemas de Informação Geográfica. A partir de 1999, o SIG passou a ser indispensável no suporte à decisão para qualquer autarquia, dando origem à proliferação de gabinetes SIG nos diferentes Municípios, a bem do conhecimento do território, de um melhor serviço público e do apoio aos executivos.</p>
<p>A georreferenciação de dados e fenómenos e a sua verticalização num mesmo sistema de coordenadas comoditizou-se, constituindo porventura uma das decisões mais inteligentes, impactantes e abrangentes por nós provocada na Administração Pública Local Portuguesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/11/21/antes-e-depois-da-municipia-sig/">Antes e depois da Municípia – SIG</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Antes e depois da Municípia – Voo</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/11/19/antes-e-depois-da-municipia-voo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=antes-e-depois-da-municipia-voo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 16:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
		<category><![CDATA[Voo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=5595</guid>

					<description><![CDATA[<p>Até 1999, o processo de produção de fotografia aérea encontrava-se sob o controlo de duas empresas, ambas propriedade de antigos militares, que detinham as duas únicas aeronaves equipadas para fotografia aérea no país e o conhecimento exclusivo do processo. Quando em Outubro de 2001 lançámos...</p>
The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/11/19/antes-e-depois-da-municipia-voo/">Antes e depois da Municípia – Voo</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até 1999, o processo de produção de fotografia aérea encontrava-se sob o controlo de duas empresas, ambas propriedade de antigos militares, que detinham as duas únicas aeronaves equipadas para fotografia aérea no país e o conhecimento exclusivo do processo.</p>
<p>Quando em Outubro de 2001 lançámos a nossa operação de fotografia aérea, tornámo-nos o primeiro e único operador privado a produzir coberturas aerofotogramétricas em Portugal e a autonomizar-se em toda a cadeia de produção cartográfica. Nesse mesmo ano, formámos o primeiro navegador aéreo civil e o único com licença de oficial de operações de voo.</p>
<p>Em 2008, com a evolução das tecnologias aplicadas a sensores aéreos, adquirimos a primeira câmara aerofotogramétrica digital do país – uma Intergraph DMC. Desta forma, convertemos o último elo analógico, tornado todo o processo cartográfico digital.</p>
<p>Por sua vez, em 2010 introduzimos no mercado uma nova aeronave, o Cessna 402B. Somos a única empresa em território nacional a dispor de 2 aeronaves equipadas com 2 sensores aéreos e 2 navegadores civis responsáveis pela operação.</p>
<p>Esta aposta permitiu-nos a entrada no mercado espanhol e marroquino e a consolidação do nosso posicionamento no mercado da fotografia aérea europeu, enquanto empresa cumpridora de trabalhos de difícil execução, como os Açores e a Madeira, e como parceira de excelência em projectos promovidos por Entidades Europeias.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/11/19/antes-e-depois-da-municipia-voo/">Antes e depois da Municípia – Voo</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
