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	<title>Administrador | Municípia</title>
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	<description>Cartografia, Cadastro, SIG, Desenvolvimento, Estudos, Consultoria e Formação</description>
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	<title>Administrador | Municípia</title>
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		<title>Comprometidos com os ODS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 10:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Aplicacional]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COMPROMETIDOS COM OS ODS “As cidades têm a capacidade de fornecer algo para todos, só porque, e só quando, elas são criadas por todos” Jane Jacobs O desenvolvimento sustentável, seja ele de dimensão social, económica ou ambiental, depende da promoção de soluções inovadoras e competitivas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>COMPROMETIDOS COM OS ODS</strong></p>
<p><em>“As cidades têm a capacidade de fornecer algo para todos, só porque, e só quando, elas são criadas por todos”</em></p>
<p>Jane Jacobs</p>
<p>O desenvolvimento sustentável, seja ele de dimensão social, económica ou ambiental, depende da promoção de soluções inovadoras e competitivas que tornem as cidades mais inteligentes, mais seguras, mais inclusivas, mais igualitárias, mais eficazes e mais sustentáveis.</p>
<p>A Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável”, constituída por 17 objetivos (ODS) desdobrados em 169 metas e aprovada pelos líderes mundiais a 25 de setembro de 2015, numa cimeira memorável na sede da ONU, em Nova Iorque (EUA) comprometeu-se a tornar esta visão em realidade e com isso criar um futuro que promove a paz, a justiça e instituições eficazes.</p>
<p>Assim, as 169 metas propostas são um convite a municípios, entidades intermunicipais e outros líderes governamentais a incorporar um modelo de gestão rentável, inclusivo e ambientalmente equilibrado, numa iniciativa conjunta para promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A Municípia incluiu-se neste desígnio, envolvendo-se e investindo nas cidades e no território enquanto parceira tecnológica da sociedade e das organizações. Incorporamos para esse efeito na nossa estratégia empresarial 3 dos 17 objetivos globais:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>#ODS 7 – Energias Renováveis e acessíveis</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Garantir o acesso a fontes de energia fiáveis, sustentáveis e modernas para todos</strong></span> é um dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas e Portugal tem todas as condições para poder utilizar, em larga escala, uma das principais fontes de energia renovável: a solar.</p>
<p>Se Portugal, enquanto país, pode ter como objetivo alcançar 80% da energia de fontes renováveis já em 2025, todos nós devemos ajudar a contribuir para reduzir as emissões de carbono. Na Municípia assumimos esse compromisso em 2019 com a plataforma <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.potencialsolar.pt/">Rede Nacional de Potencial Solar</a></span> e hoje, de olhos postos no futuro, continuamos alinhados com aquilo a que nos comprometemos: tornar o nosso país um exemplo a nível de eficiência energética e de diminuição das emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>#ODS 8 – Trabalho digno e crescimento económico </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Promover o crescimento económico inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho digno para todos.</strong></span></p>
<p>Foi com o intuito de contribuir para o desenvolvimento sustentável dos territórios e para a criação de uma nova fonte de receita para as populações e para o comércio local que surgiu a <a href="https://www.uniquepaths.eu/visitor/landing"><span style="color: #0000ff;">uniquePATHS.</span></a> Lançada no ano passado, a plataforma de turismo uniquePATHS, já disponível em www.uniquepaths.eu, é um projecto de empreendorismo desenvolvido pela Municípia, com o apoio do Turismo de Portugal e destinado a turistas nacionais e/ou estrangeiros que procurem uma experiência diferenciadora de conhecer o território.</p>
<p>Ao assumirmos este compromisso garantimos que estamos a construir um futuro sustentável e inclusivo promovendo, simultaneamente, o desenvolvimento das nossas pessoas e comunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis.</strong></span></p>
<p>Como? Com o <a href="https://www.cityhub.pt/#/portal/home"><span style="color: #0000ff;">CityHub.pt</span></a>, uma plataforma de gestão inteligente do território que centraliza soluções digitais de base geográfica, permitindo ao munícipe aceder a um conjunto de serviços remotos e ao Município mais celeridade e assertividade nas soluções.</p>
<p>Tendo em conta que, segundo a ONU, 55% da população mundial vive em áreas urbanas e que a expectativa é que, até 2050, este número aumente para 70%, o CityHub.pt cumpre os objetivos do desenvolvimento sustentável traçados a nível mundial, criando territórios inclusos, seguros, resilientes e sustentáveis.</p>
<p>Desenvolvido pela Municípia em 2019, o CityHub.pt ambiciona responder às necessidades de estruturação urbana do território e fortalecer a visão de desenvolvimento territorial partilhada entre os agentes do território.</p>
<p>As soluções digitais municipais que temos construído ao longo dos anos são, hoje em dia, absolutamente essenciais e imprescindíveis e estamos certos que o nosso know-how em tecnologias de informação geográfica é único, diferenciado e que pode ajudar a alavancar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Prova disso é a recente adesão de vários municípios à plataforma CityHub.pt que, tal como nós, podem desenvolver uma cultura de mudança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Indicadores dos objetivos de desenvolvimentos sustentável em Portugal</strong></p>
<p>Segundo os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), nas diferentes metas traçadas para cada país até 2030 Portugal apresentou progressos positivos em quase metade dos indicadores, quando comparando 2021 com 2015.</p>
<p>Se analisarmos por objetivos, num total de 17 dos ODS, 10 apresentaram evoluções favoráveis e atingiram a meta em pelo menos 50%.</p>
<p>Em 2021, 40% (66) dos indicadores analisados registou uma evolução favorável ou atingiram a meta definida, sendo que quatro ODS (3, 6, 7 e 11) apresentaram 50% ou mais dos indicadores com uma evolução favorável.</p>
<p>Se todos juntos trabalharmos para alcançar os objetivos relacionados aos desafios sociais, económicos e ambientais, em 2030 o mundo estará progressivamente melhor.</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2022/06/09/comprometidos-com-os-ods/">Comprometidos com os ODS</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistemas de informação geográfica e as cidades inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 10:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados Geográficos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Aplicacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistemas de informação geográfica e as cidades inteligentes – A cidade como geradora de dados As cidades proliferam como os elementos mais comuns na organização do território quando se analisa a população e prevê-se que assim seja no futuro. Sejam inteligentes, sustentáveis ​​ou criativas, estas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sistemas de informação geográfica e as cidades inteligentes – A cidade como geradora de dados</strong></p>
<p>As cidades proliferam como os elementos mais comuns na organização do território quando se analisa a população e prevê-se que assim seja no futuro. Sejam inteligentes, sustentáveis ​​ou criativas, estas precisam de sistemas de gestão bem desenvolvidos e precisos. Os Sistemas de Informação Geográfica ou<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/consultoria-e-formacao-sig/">SIG</a></span> constituem-se como uma ferramenta fundamental para ordenar, classificar e planear a cidade. Existem inúmeros casos de sucesso na gestão de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/consultoria-e-formacao-sig/">SIG</a></span> para a gestão de cidades e estão em constante crescimento.</p>
<p>A enorme geração de dados na cidade torna prioritário saber <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/">gerir</a></span> adequadamente a informação para posteriormente tratá-la corretamente e tirar o máximo proveito dela. A maioria desses dados tem um lugar no espaço, no território e é isso que permite que o SIG seja um banco de dados poderoso, prático e versátil para a cidade. Existem muitas aplicações para estes sistemas de informação e, no nosso mundo atual, em que tanta importância é dada à mobilidade, existem inúmeras <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/">aplicações móveis baseadas na localização</a></span> para realizar as tarefas que tanto a gestão como o utilizador se propõem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Introdução: a cidade como geradora de dados</strong></p>
<p>Nos últimos anos, graças às tecnologias de informação e comunicação, a forma como as cidades são <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/planos-e-estudos/">estudadas</a></span> mudou. Até alguns anos atrás, os dados que eram trabalhados sobre cidades e cidadãos eram estáticos: as densidades populacionais, níveis de rendimento, fluxos de deslocação, geoposicionamento das infraestruturas&#8230; Hoje em dia, poderíamos dizer que isto oferecia um conhecimento muito real da cidade.</p>
<p>A cidade inteligente procura aliar as tecnologias de informação e comunicação para aumentar a operação e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/">gestão da cidade</a></span>, sendo mais eficiente, competitiva e proporcionando novas soluções para responder aos problemas de sustentabilidade e degradação ambiental. Com as TIC podemos entender a natureza interna da dinâmica urbana e abordar a tomada de decisão com melhores ferramentas, conhecimentos e capacidades.</p>
<p>A cidade é uma grande geradora de dados. As novas tecnologias permitem-nos aumentar e diminuir o “zoom” e diminuir a escala. As cidades buscam aprimorar a tecnologia da informação para melhor conceber o que nela acontece, quais são os comportamentos das pessoas e das empresas.</p>
<p>As TIC são a parte principal da cidade, assim como o planeamento urbano tradicional era há alguns anos. Os sistemas de informação não só permitem captar as informações da cidade de forma mais eficiente, como também oferecem informações em tempo real aos cidadãos, permitindo-lhes melhorar a sua qualidade de vida.</p>
<p>Algumas das ferramentas TIC que são frequentemente utilizadas nas cidades inteligentes são: formas de multiacesso (web, TV, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://adslfibra.pt/tarifarios/dados-moveis">internet móvel</a></span>, canal telefónico, etc.), smart cards para acesso a alguns dos serviços da cidade, serviços telefónicos ou atendimento presencial, pontos municipais de conexão à rede WIFI, sensores distribuídos pela cidade que recolhem e processam informações (estacionamento, iluminação, trânsito, controlo ambiental, lixo), informações em tempo real sobre trânsito e transportes públicos, etc.</p>
<p>Todas estas e muitas outras ações urbanas que permitem a tomada de decisões têm um denominador comum, que é serem realizadas em um ponto específico do território. A cidade é sobretudo um espaço geográfico muito complexo. Podem ser analisadas desde grandes dinâmicas de movimento quotidiano da periferia para o centro, até às dinâmicas mais concretas da cidade. Qualquer situação ocorrida na cidade pode ser localizada.</p>
<p>A este respeito, surgem duas questões principais à volta da gestão de dados: como adquirir os dados? E como processá-los?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aquisição dos dados na cidade</strong></p>
<p><strong>Sensores urbanos</strong></p>
<p>A &#8216;sensorização&#8217; da cidade tem sido uma das revoluções das cidades inteligentes, em alguns casos discutida por deixar as ruas com demasiados elementos eletrónicos que podem interferir na estética urbana, ou que podem levar a uma dispersão dos aparelhos eletrónicos e que se tornam inúteis ao longo do tempo. Independentemente disso, muitas entidades municipais escolheram setores para testar essas tecnologias. Uma grande variedade de terminais elétricos estão a ser criados para assumir o controlo ambiental nas cidades, criados a partir de plataformas de hardware livre; adquirem dados sobre poluição, elementos alergénicos, temperatura, humidade, nível de CO2, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos identificamos dois tipos de sensorização:</p>
<ul>
<li><strong>Sensorização estática</strong>: são os sensores que estão instalados num ponto fixo da cidade, dos quais recolhem os dados correspondentes, como os sensores de detecção de lugares de estacionamento livres, que são instalados sob o asfalto e transmitem a ocupação ou não do lugar, ou os sensores inteligentes de rega que captam dados de humidade relativa e temperatura do solo e com base nisso, rega-se com determinada intensidade as zonas verdes da cidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Sensorização dinâmica</strong>: neste caso, os sensores são instalados em elementos que estão em movimento, como viaturas da polícia, viaturas de serviço de limpeza ou táxis, de modo a que recolhem informações em diversos pontos da cidade, gerando um mapa ambiental.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Smart Cards</strong></p>
<p>A proliferação de smart cards que incluem no mesmo cartão uma variedade de serviços como a inscrição em cursos, reserva de espaços desportivos, acesso a piscinas e utilização de bibliotecas, estacionamento, utilização de casas de banho públicas ou utilização de serviços de partilha de bicicletas ou aos transportes públicos, são uma fonte ilimitada de informação. Uma das vertentes mais estudadas destes cartões são as deslocações dos utilizadores de bicicletas e transportes públicos, onde é possível analisar a frequência de utilização de percursos e destinos, e informações sobre o local de origem e chegada, percursos críticos ou avaliar o impacto de diversos eventos urbanos na mobilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Redes sociais</strong></p>
<p>Atualmente, as redes sociais são a maior fonte de dados para saber do que as pessoas estão a falar, quando e de onde. Todas as vezes que utilizamos as redes sociais, seja consultando-as ou publicando conteúdos, deixamos informações geolocalizadas. As principais redes sociais contam com serviços próprios de exploração de informações espaciais, como o estudo <em>Data Science</em> do Facebook, que investiga o fenómeno da migração populacional, ou o Twitter com o seu projeto <em>Every Day Moments</em>, que analisa as interações cotidianas temática e espacialmente.</p>
<p>Existem também outras fontes de dados relacionadas com dinâmica urbana, como o uso de cartões de crédito e terminais de pagamento. É o caso do estudo Big Data do BBVA que permitiu analisar o comportamento de milhares de turistas em Barcelona durante um fim de semana, pois apesar de trabalhar com dados agregados, podem diferenciar fatores sociodemográficos como idade, sexo ou país de origem.</p>
<p>Os municípios também estão a criar cada vez mais portais de dados abertos, divulgando informações antes restritas, para aumentar a transparência da administração municipal e aumentar a participação de empresas e cidadãos.</p>
<p>Atualmente, as TIC estão a tornar-se numa ferramenta fundamental nas cidades e o big data ou <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/dados-geograficos/">recolha de dados em grande escala</a></span>, a pedra angular das cidades inteligentes. Os três vetores que definem um projeto de big data são: grande volume, capacidade de gestão e velocidade para obter resposta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como processar os dados</strong></p>
<p>Em geral, tudo o que fazemos com a informação geográfica envolve algum tipo de análise e existe uma grande variedade de processos de análise espacial. Por exemplo, a análise combinada de diferentes fatores como ferramenta de apoio à tomada de decisões ou a criação de zonas de influência, englobadas num conjunto de processos de transformação de dados geográficos.</p>
<p>Neste contexto, o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/consultoria-e-formacao-sig/#ideinfraestruturasdedadosespaciais">sistema de informação geográfica</a></span> deve ser considerado como uma ferramenta que permite uma melhor formulação das questões geográficas que abrem um campo de ação no qual praticamente todas as ideias podem ser refletidas e aplicadas na prática. É por isso que as cidades se apresentam como espaços idóneos para organizar a informação através de um sistema de informação espacial, que permitirá, realizar facilmente cálculos sobre os dados entre as várias fontes de informação.</p>
<p>O processamento de dados é muitas vezes complexo. Com a enorme quantidade de informação tratada, mesmo a nível local, é necessário tratar e organizar exaustivamente (processar) a informação. Para isso, foram criadas as <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/consultoria-e-formacao-sig/#ideinfraestruturasdedadosespaciais">Infra Estruturas de Dados Espaciais</a></span> (IDE), para contar com dados homogéneos, válidos e &#8216;oficiais&#8217; na maior parte dos casos. Desta forma, o melhor método para tratar as informações locais também deve ser baseado nas IDE, o que nos permite aceder facilmente às informações, não replicar dados e utilizá-los de forma comum. Também permitem-nos fazer um seguimento e evolução do tempo da informação cartográfica, e ainda, geográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As Apps como componente de localização</strong></p>
<p>Existem inúmeras <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/">aplicações baseadas na localização</a></span> e, em última análise, nos SIG. Com a recente proliferação de aplicações para tudo, o mundo da mobilidade está mais do que presente.</p>
<p>Algumas das aplicações baseadas na localização, e entre as mais conhecidas, são as Layar ou aquelas relacionadas com incidentes urbanos, de maior envergadura e repercussão entre a cidadania atual. Layar nada mais é do que um nome comercial de um formato de aplicação de realidade aumentada (RA), sendo a mais difundida até hoje. Permite, através da localização, visualizar num dispositivo móvel os elementos que carregamos na aplicação, apresentados em secções, funcionando como um SIG. A diferença é que as informações apresentam-se na câmara do dispositivo, em 3D, mostrando os itens com base na distância e orientação.</p>
<p>O geofencing é outra das principais aplicações no campo da mobilidade. Consiste em avaliar a experiência do utilizador para proporcionar-lhe ofertas, promoções e serviços personalizados de acordo com os seus hábitos e interesses. Mas não fica por aqui, mas também nas tendências horárias – que acompanham a “rotina espacial” de cada consumidor. O conhecimento através desses sistemas de hábitos, em frações anuais, semanais e/ou diárias, funcionando de maneira semelhante ao Google Transit que, embora não seja uma aplicação que deva estar diretamente relacionado ao geofencing, funciona da mesma forma, uma vez que leva informações dos utilizadores para estabelecer condutas de acordo com as suas práticas habituais quando se desloca, e posteriormente processar esses dados para oferecer ao utilizador da aplicação ou ferramenta, informação simulada sobre tráfego ou afluência de veículos para cada momento do dia, dia da semana e local por onde se deslocam.</p>
<p>Assim, através deste modelo de geofencing também é possível fidelizar clientes. E como o fazemos? Proporcionando ofertas que estes querem no momento que as querem. Dessa forma, quando um utilizador se move numa zona comercial, de acordo com a análise de dados anterior (preferências ou hobbies), essas aplicações oferecem descontos personalizados ou promoções especiais para cada perfil de consumidor. Poderíamos considerar o geofencing como uma evolução ou um dos pilares atuais do geomarketing, entendido como a aplicação da variável “espaço” do mercado ou marketing tradicional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melhorar a cidade através dos SIG</strong></p>
<p>Existem inúmeras aplicações para as quais se utilizam os <a href="https://www.municipia.pt/servicos/consultoria-e-formacao-sig/">SIG</a>. Esta multiplicidade de ferramentas e destinos para esta forma de organizar a informação, espacialmente, marca a sua versatilidade e, por sua vez, a transversalidade. Neste sentido, uma das vantagens comparativas na utilização de Sistemas de Informação Geográfica como bases de dados, para ordenar a informação segundo critérios espaciais, é a sua natureza transversal, horizontal ou multidisciplinar (e também contemporânea).</p>
<p>Assim, a aplicação do SIG na gestão da informação pode ser encontrada em setores variados e muito díspares. Da mobilidade, com exemplos como o explicado anteriormente com a Google, passando pelos ITS (Intelligent Transport Systems) a partir dos quais se controlam todo o tipo de variáveis ​​e elementos: <a href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/#centrodeoperacoesmunicipal"><span style="color: #0000ff;">serviços de</span> <span style="color: #0000ff;">emergência</span></a>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/#gestaodefrotas">gestão de frotas</a></span>, ocupação de parques de estacionamento -tanto subterrâneos e na superfície-, etc., para ter uma visão geral e situação da mobilidade urbana em todos os momentos (mapas de tráfego, fluxos, etc.)</p>
<p>Mapas temáticos que se baseiam cartografia gerada através de um próprio SIG que reúne informações muito específicas como as que se baseiam em sensores ambientais, mas também os sensores de hoje dia não são estáticos, mas dinâmicos; são incorporados às frotas de transporte público (autocarro urbanos, táxis, etc.). Toda essa cartografia temática, como mapas de poluição ou contaminação, é baseada em SIG que, juntamente com sensores, fornecem informações em tempo real sobre uma panóplia de variáveis.</p>
<p>Outra aplicação recorrente é aquela relacionada com as soluções de <a href="https://www.municipia.pt/servicos/dados-geograficos/#cadastrodeinfraestruturas">&#8216;<span style="color: #0000ff;">smart water</span>&#8216;</a>; as cidades inteligentes fazem uso das mais avançadas inovações que visam otimizar os processos integrados de gestão da água e, assim, utilizam o SIG para a sua gestão e melhoria. Na gestão hídrica, têm sido feitos avanços notáveis ​para reduzir o consumo de água, e também o consumo de energia, bem como melhorar as condições de vida, a garantia qualitativa e quantitativa do abastecimento urbano, sustentabilidade e proteção contra desastres naturais. É aqui que entram os sistemas de informação com componente espacial. As redes inteligentes de água (smart water grids) permitem uma melhoria no conhecimento do uso da água, tanto industrial como ao nível do consumo dos cidadãos, o que pode trazer poupança e permite saber quase em tempo real onde ocorrem fugas, graças ao SIG, e uma reparação mais rápida. Além disso, a prevenção e proteção contra inundações urbanas, graças à implementação de sistemas avançados de gestão de drenagem, baseados em informação meteorológica, e sistemas de controlo remoto baseados em SIG permitem a gestão, preparação e alerta atempada face a estes episódios que se traduzem numa uma grande <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://lojaluz.com/faq/poupar-luz">poupança de energia</a></span>, água e outros recursos para lidar com os desastres que supõem a não utilização destes sistemas.</p>
<p>Por último, é muito interessante mencionar o open data aplicado à cartografia e aos SIG. A chave para o sucesso desta informação espacial baseia-se na colaboração, na criação de mapas por parte dos cidadãos. São os próprios utilizadores que melhor podem fornecer informações (podem não saber a melhor forma de representá-la, mas são eles que melhor conhecem a realidade à sua volta.)</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2022/05/20/a-cidade-como-geradora-de-dados/">Sistemas de informação geográfica e as cidades inteligentes</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uso dos sistemas de informação geográfica nos projetos de energia renovável e limpa</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2022/05/18/https-www-municipia-pt-wp-content-uploads-2022-05-selectra-uso-sistemas-informacao-geografica-jpg/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=https-www-municipia-pt-wp-content-uploads-2022-05-selectra-uso-sistemas-informacao-geografica-jpg</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 11:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados Geográficos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Aplicacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uso dos sistemas de informação geográfica nos projetos de energia renovável e limpa As empresas de energia limpa ou renovável devem fazer uso de Sistemas de Informações Geográficas ou SIG para serem realmente eficientes nos seus processos de produção e no serviço prestado ao cliente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uso dos sistemas de informação geográfica nos projetos de energia renovável e limpa</strong></p>
<p>As empresas de energia limpa ou renovável devem fazer uso de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/consultoria-e-formacao-sig/">Sistemas de Informações Geográficas</a> </span>ou SIG para serem realmente eficientes nos seus processos de produção e no serviço prestado ao cliente final. Estes influenciam as várias etapas, que vão desde a geração até a chegada da energia ao consumidor. No artigo de hoje, a Selectra, em parceria com a Municípia, explica-lhe a relação entre os SIG e a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/desenvolvimento-aplicacional/#potencialsolar">energia renovável</a></span>, e as vantagens que as empresas de energia podem beneficiar ao aceder aos Sistemas de Informação Geográfica ou SIG.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SIG para escolher a localização das centrais de energia renovável</strong></p>
<p>A componente geográfica é fundamental para que as <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://luzegas.pt/fornecedores-energia">empresas de energia</a></span> saibam escolher corretamente a melhor localização para as centrais renováveis. Há muitos fatores que entram em jogo aqui, além daqueles que são mais óbvios.</p>
<p>O mais conhecido é o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/planos-e-estudos/#mapeamentodopotencialsolar">potencial solar</a></span>, eólico ou marinho do local em que se estuda. Para isso, quantificam-se variáveis ​​como a força do vento e o tempo que sopra, a potência da radiação solar e as horas de incidência ou a força das ondas do mar.</p>
<p>Sem dúvida, estes são critérios essenciais, mas não são os únicos. É possível que, por razões legais, não seja possível construir uma instalação de energia num determinado local. A título de exemplo, em alguns territórios contempla-se a proximidade de áreas habitadas, praias, estradas, espaços ambientais ou patrimonialmente protegidos.</p>
<p>A possibilidade de descartar rapidamente áreas impossíveis simplifica e agiliza muito o trabalho das empresas responsáveis ​​pelo planeamento, poupando assim nos custos.</p>
<p>No caso de instalações solares instaladas nos edifícios, os SIG são extremamente úteis para convencer os proprietários dos seus benefícios. Por exemplo, no momento de calcular a poupança energética com base na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/planos-e-estudos/#mapeamentodopotencialsolar">radiação</a></span>, horas de sombra e padrões de consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SIG e as instalações elétricas</strong></p>
<p>A energia elétrica gerada terá de ser levada aos consumidores, pelo que o trabalho dos Sistemas de Informação Geográfica não termina com a escolha dos centros de produção.</p>
<p>É aqui que devemos destacar a particularidade de que é comum que os cabos elétricos percorrem centenas ou milhares de quilómetros. Portanto, o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.municipia.pt/servicos/dados-geograficos/#coberturasaereas">terreno</a> </span>será heterogéneo ao longo destas distâncias.</p>
<p>Para seu estudo, é preciso considerar os obstáculos presentes na forma de desníveis existentes, montanhas, rios, lagos, vegetação, além da resistência do solo e sua capacidade de suportar as instalações.</p>
<p>Também aqui não podemos esquecer a importância do cumprimento das leis que proíbem a passagem de cabos em determinadas áreas protegidas.</p>
<p>Por outro lado, devemos considerar a facilidade de acesso a essas instalações, que inclui a proximidade de estradas e caminhos por onde podem passar os veículos de manutenção, ou a opção de construí-los sem complicações extremas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SIG para instalações de energia nas cidades</strong></p>
<p>Inicialmente foi mencionado<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://selectra.pt/energia/info/energias-renovaveis">a relevância das energias renováveis</a> ​​</span>que estão a adquirir na sociedade atual um papel muito importante. Por isso, as empresas que comercializam este tipo de energia estão constantemente à procura de novos segmentos no mercado urbano.</p>
<p>Além das variáveis ​​de potencial solar já indicadas, têm um papel fundamental os aspetos do campo do geomarketing. Em primeiro lugar, os SIG permitem-nos saber em que bairros existe uma maior densidade de painéis solares. Isso tem um duplo aspeto: por um lado, as empresas podem entrar para competir numa área em que sabemos que essas fontes são aceites; por outro, podemos identificar locais onde não exista concorrência</p>
<p>Além disso, esses dados podem ser cruzados com outros dados sociais e económicos. Aqui referimos-nos a informações como a idade dos seus habitantes, o seu nível de rendimento, o seu grau de consumo de energia ou as suas habilitações literárias. Com tudo isso saberemos para onde direcionar os nossos esforços comerciais para que sejam realmente bem sucedidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conteúdo da responsabilidade da Selectra, um parceiro Municípia.</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2022/05/18/https-www-municipia-pt-wp-content-uploads-2022-05-selectra-uso-sistemas-informacao-geografica-jpg/">Uso dos sistemas de informação geográfica nos projetos de energia renovável e limpa</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nova newsletter já disponível</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2022/05/13/nova-newsletter-ja-disponivel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nova-newsletter-ja-disponivel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 09:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inovação pode surgir como um evento aleatório ou esporádico. Na Municípia esteve sempre inscrito na génese do projeto que a inovação deveria assumir-se como um dos pilares fundamentais da construção do seu carácter. Passados 22 anos, estamos certos de que o nosso know-how em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A inovação pode surgir como um evento aleatório ou esporádico.</p>
<p>Na Municípia esteve sempre inscrito na génese do projeto que a inovação deveria assumir-se como um dos pilares fundamentais da construção do seu carácter.</p>
<p>Passados 22 anos, estamos certos de que o nosso know-how em tecnologias de informação geográfica é único, é diferenciador e garante a nossa presença e crescimento contínuo.</p>
<p>E o futuro, como será? Descubra nesta edição.</p>
<p>Para aceder clique na imagem abaixo:</p>
<p><a href="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022-3.pdf"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-8141 size-medium" src="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-212x300.png" alt="" width="212" height="300" srcset="https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-212x300.png 212w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-724x1024.png 724w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-768x1086.png 768w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1-700x990.png 700w, https://www.municipia.pt/wp-content/uploads/2022/05/newsletter-municipia_2022_Page_01-1.png 794w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></a></p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2022/05/13/nova-newsletter-ja-disponivel/">Nova newsletter já disponível</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Municípia, sinónimo de inovação e tecnologia</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/07/18/sinonimo-de-inovacao-e-tecnologia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sinonimo-de-inovacao-e-tecnologia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2019 16:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[cartografia digital]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia aerea]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Oeiras Valley]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No passado dia 7 de Julho, a Municípia S.A. foi um dos grandes destaques do programa “Falar Global” da CMTV. A jornalista Marta Ribeiro da Silva visitou as nossas instalações no âmbito da reportagem “Oeiras quer ser uma espécie de ‘Silicon Valley’ portuguesa”, o destaque...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 7 de Julho, a Municípia S.A. foi um dos grandes destaques do programa “Falar Global” da CMTV.</p>
<p>A jornalista Marta Ribeiro da Silva visitou as nossas instalações no âmbito da reportagem “Oeiras quer ser uma espécie de ‘Silicon Valley’ portuguesa”, o destaque do programa “Falar Global”. De acordo com o Dr. Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, “o Município quer criar um ecossistema com muita inovação, ciência e tecnologia.”</p>
<p>Foi neste contexto que a Municípia foi apresentada como o exemplo de inovação tecnológica sediado em Oeiras, com a repórter da CMTV a subir a bordo da nossa aeronave Cessna 402B. O voo permitiu a observação plena de Oeiras e compreender como a captura de imagens, através da câmara instalada na aeronave, pode ser utilizada nas actividades de gestão do território, planeamento energético, agricultura de precisão, ou manutenção de infraestruturas.</p>
<p>Conforme Rosa Oliveira, a nossa Gestora de Projectos, refere “fazemos a recolha de todos os elementos visíveis e que tenham representação a essa escala: passadeiras, rede viária, passeios,&#8230;”</p>
<p>Em entrevista sublinha o Dr. António Fernandes, Director Geral da Municípia, “que a referência ao termo Oeiras Valley começa a surgir em 1999, conduzindo de facto a uma enorme concentração de massa cinzenta e de grandes empresas tecnológicas no concelho de Oeiras, nomeadamente no Tagus Park&#8221;.</p>
<p>Veja toda a reportagem em:</p>
<p><a href="https://youtu.be/RovnyaY4c_I" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Municípia &#8211; Falar Global</a></p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/07/18/sinonimo-de-inovacao-e-tecnologia/">Municípia, sinónimo de inovação e tecnologia</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A Municípia tornou-se oficialmente um associado da Agência de Energia Lisboa E-Nova.</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/07/09/a-municipia-tornou-se-oficialmente-um-associado-da-agencia-de-energia-lisboa-e-nova/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-municipia-tornou-se-oficialmente-um-associado-da-agencia-de-energia-lisboa-e-nova</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 16:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Potecncia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Solis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 9 de julho, a Municípia tornou-se oficialmente um associado da Agência de Energia de Lisboa, a Lisboa E-Nova. Desde 2014 que a Municípia tem vindo a criar uma parceria com a Lisboa E-Nova da qual já resultaram os seguintes projectos: a Carta de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 9 de julho, a Municípia tornou-se oficialmente um associado da Agência de Energia de Lisboa, a Lisboa E-Nova.</p>
<p>Desde 2014 que a Municípia tem vindo a criar uma parceria com a Lisboa E-Nova da qual já resultaram os seguintes projectos: a Carta de Potencial Solar de Lisboa, o ante-projecto Solis e a Plataforma Solar Solis, apresentada no dia 3 de maio de 2019.</p>
<p>A Lisboa E-Nova é uma associação de direito privado sem fins lucrativos, cujo objectivo é promover o desenvolvimento sustentável da cidade de Lisboa e respectiva área metropolitana. Para tal, a mesma procura fomentar a melhoria da eficiência energética, do aproveitamento dos recursos endógenos e da gestão ambiental.</p>
<p>O âmbito geográfico de intervenção da associação é a área metropolitana de Lisboa, podendo a sua actividade, por deliberação da Assembleia-Geral, estender-se a outras áreas geográficas, nomeadamente aos países de língua oficial portuguesa.</p>
<p>Enquanto empresa liga ao sector da energia e do ambiente, a Municípia irá agora integrar a Lisboa E-Nova, colocando ao seu serviço os 20 anos de experiência em tecnologias de informação geográfica, com ênfase na iluminação pública, energias renováveis e sector da água.</p>
<p>Actualmente, a Lisboa E-Nova integra no seu corpo de associados 19 entidades públicas e privadas, as quais abrangem diversos domínios de actividade.</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/07/09/a-municipia-tornou-se-oficialmente-um-associado-da-agencia-de-energia-lisboa-e-nova/">A Municípia tornou-se oficialmente um associado da Agência de Energia Lisboa E-Nova.</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Plataforma Solar de Lisboa – SOLIS</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/05/30/lancamento-da-plataforma-solar-de-lisboa-solis-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lancamento-da-plataforma-solar-de-lisboa-solis-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 16:27:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Potecncia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Solis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Municípia apresenta SOLIS – Plataforma Solar de Lisboa O SOLIS – Plataforma Solar é um projecto de inovação tecnológica líder a nível nacional, desenvolvido pela Lisboa E-Nova, em parceria com a Municípia. No âmbito da Lisboa Cidade Solar , a estratégia de Lisboa para a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Municípia apresenta SOLIS – Plataforma Solar de Lisboa</p>
<p>O SOLIS – Plataforma Solar é um projecto de inovação tecnológica líder a nível nacional, desenvolvido pela Lisboa E-Nova, em parceria com a Municípia.</p>
<p>No âmbito da Lisboa Cidade Solar , a estratégia de Lisboa para a energia solar fotovoltaica, ajudámos a desenvolver uma plataforma capaz de avaliar o potencial solar de todos os edifícios de Lisboa, indicando quais as áreas disponíveis na cobertura consoante a classe de disponibilidade solar.</p>
<p>Desta forma, esperamos inspirar uma aceitação cada vez mais ampla da tecnologia solar, promovendo a sua adopção massiva e procurando criar uma cultura e espírito de cidadania solar na sociedade lisboeta.</p>
<p>O SOLIS disponibiliza ao cidadão lisboeta:</p>
<p>– Três diferentes mapas, com possibilidade de três níveis de visualização territoriais: a cidade, a freguesia e o edifício;<br />
– Mapa de exposição solar (actualizado face a 2012);<br />
– Mapa de electricidade solar;<br />
– Mapa da evolução das instalações solares fotovoltaicas na cidade;<br />
– Registo do seu sistema fotovoltaico na comunidade SOLIS;<br />
– Informação sobre as regras de mercado e sua dinâmica;<br />
– Conteúdos e produtos educacionais, nomeadamente a curta metragem de animação GIRA-SOLIS;<br />
– Participação no mercado social digital através do jogo SOLIS.app.</p>
<p>Por ano são necessárias 13 árvores para absorver as emissões evitadas por um sistema fotovoltaico de 1 kW -, um dia sonhamos tornar Lisboa uma floresta solar!</p>
<p>Descubra como participar nesta missão em <a href="https://solis-lisboa.pt/">https://solis-lisboa.pt/</a>.</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/05/30/lancamento-da-plataforma-solar-de-lisboa-solis-2/">Plataforma Solar de Lisboa – SOLIS</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Municípia marca presença no evento Portugal Smart Cities Summit</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/05/17/municipia-marca-presenca-no-evento-portugal-smart-cities-summit/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=municipia-marca-presenca-no-evento-portugal-smart-cities-summit</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 15:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[cidadesinteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[greenenergy]]></category>
		<category><![CDATA[oeiras30mais]]></category>
		<category><![CDATA[ofuturopassaporaqui]]></category>
		<category><![CDATA[smartcities]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 21 de maio, iremos marcar presença no Portugal Smart Cities Summit, a maior conferência nacional dedicada às Smart Cities. O Conceito de “Smart Cities” abrange mais do que a mobilidade, as plataformas digitais ou a sustentabilidade. Uma verdadeira Smart City incorpora todas estas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 21 de maio, iremos marcar presença no Portugal Smart Cities Summit, a maior conferência nacional dedicada às Smart Cities.</p>
<p>O Conceito de <strong>“</strong>Smart Cities<strong>”</strong> abrange mais do que a mobilidade, as plataformas digitais ou a sustentabilidade. Uma verdadeira Smart City incorpora todas estas áreas a fim de melhorar a vida dos respectivos cidadãos.</p>
<p>Desta forma, ter um parceiro como a Municípia presente na sua construção e optimização, permitirá às cidades alcançarem os seus objectivos de forma mais rápida e eficiente. Para o demonstrar teremos nesta conferência os projetos <a href="https://oeiras30mais.municipia.pt/home/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oeiras 30 Mais</a> , a plataforma <a href="https://potencialsolar.municipia.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Green Energy</a>, assim como a demonstração de serviços 3D Mapping.</p>
<p>Visite-nos a partir da próxima terça-feira na FIL e descubra as vantagens de entrar no Futuro connosco!</p>
<p>#OFuturoPassaAqui</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/05/17/municipia-marca-presenca-no-evento-portugal-smart-cities-summit/">Municípia marca presença no evento Portugal Smart Cities Summit</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lançamento da Plataforma Solar de Lisboa – SOLIS</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/04/29/lancamento-da-plataforma-solar-de-lisboa-solis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lancamento-da-plataforma-solar-de-lisboa-solis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 15:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Potecncia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Solis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=4666</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Municípia estará presente, como parceira, no lançamento da Plataforma Solar de Lisboa – SOLIS, no Caleidoscópio, em Lisboa. No dia 3 de maio celebra-se o Dia Internacional do Sol, criado no âmbito do Programa para o Ambiente das Nações Unidas, e que destaca a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Municípia estará presente, como parceira, no lançamento da Plataforma Solar de Lisboa – SOLIS, no Caleidoscópio, em Lisboa.</p>
<p>No dia 3 de maio celebra-se o Dia Internacional do Sol, criado no âmbito do Programa para o Ambiente das Nações Unidas, e que destaca a importância do Sol como fonte de vida. A Lisboa E-Nova em parceria com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, mantém viva a celebração deste dia, promovendo um evento focado na Lisboa Cidade Solar:registered:, a Estratégia Solar de Lisboa, e na emergência das comunidades solares, tendo como pano de fundo o galardão de Capital Verde Europeia 2020 atribuído a Lisboa.</p>
<p>É neste contexto que será lançada a Plataforma Solar de Lisboa associada ao projecto Potencial SOLar em LISboa (SOLIS), desenvolvida pelas equipas da Municípia e da Lisboa E-Nova. Enquanto projecto de inovação tecnológica líder a nível nacional, a plataforma permite avaliar o potencial solar de todos os edifícios de Lisboa, indicando quais as áreas disponíveis na cobertura consoante a classe de disponibilidade solar.</p>
<p>Para além da melhoria do produto através de um Modelo Digital de Superfície de grande rigor cartográfico, a Municípia integrou funcionalidades pioneiras desenhadas pela Lisboa E-Nova que permitem avaliar a capacidade de produção de electricidade, localizar os diferentes sistemas fotovoltaicos, monitorizar os consumos e efectuar previsões.</p>
<p>A Lisboa E-Nova e a Municípia têm como ambição tornar a Plataforma Solar de Lisboa uma referência nacional no âmbito da energia solar. A exploração da tecnologia solar fotovoltaica em Lisboa constitui uma oportunidade para tornar a cidade de Lisboa mais eficiente em termos energéticos e menos emissora de gases com efeito de estufa.</p>
<p>Enquanto projecto alocado a uma capital, este pode igualmente funcionar como Projecto “Farol” no contexto Europeu, ajudando a cumprir e a impulsionar a estratégia europeia para a economia circular.</p>
<p><a href="https://80.251.174.200/lisboae-nova/potencialsolar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">carta do potencial solar de Lisboa</a></p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/04/29/lancamento-da-plataforma-solar-de-lisboa-solis/">Lançamento da Plataforma Solar de Lisboa – SOLIS</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visita dos alunos UNL-FCSH à Municípia</title>
		<link>https://www.municipia.pt/2019/04/15/visita-dos-alunos-unl-fcsh-a-municipia-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=visita-dos-alunos-unl-fcsh-a-municipia-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 12:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.municipia.pt/?p=4646</guid>

					<description><![CDATA[<p>No passado dia 11 de abril, a Municípia acolheu os alunos do mestrado de Gestão do Território da Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (UNL &#8211; FCSH). Os mestrandos tiveram a oportunidade de explorar o lado prático do que aprendem na...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 11 de abril, a Municípia acolheu os alunos do mestrado de Gestão do Território da Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (UNL &#8211; FCSH).</p>
<p>Os mestrandos tiveram a oportunidade de explorar o lado prático do que aprendem na faculdade, uma vez que, dentro da área, a Municípia apresenta a cadeia de valor completa. Enquanto empresa de Cartografia e Sistemas de Informação, a mesma reúne todos os espectros, dos voos à componente aplicacional, tornando-a um importante caso de estudo.</p>
<p>Partindo da perspectiva do mercado de trabalho, factor de extrema importância para qualquer aluno, esta visita poderá igualmente abrir portas para uma futura relação profissional.</p>The post <a href="https://www.municipia.pt/2019/04/15/visita-dos-alunos-unl-fcsh-a-municipia-2/">Visita dos alunos UNL-FCSH à Municípia</a> first appeared on <a href="https://www.municipia.pt">Municípia</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
