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	<title>Cityhub | Municípia</title>
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	<description>Cartografia, Cadastro, SIG, Desenvolvimento, Estudos, Consultoria e Formação</description>
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		<title>Um Município vivido.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cátia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 10:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cityhub]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa localização de valor, não se mora ou se trabalha, vive-se o território. Afirmar-se como sustentável, mas sobretudo ser reconhecidamente sustentável é a meta de decisores, técnicos e cidadãos que partilham entre si o território. A localização onde se encontram, intercepta a visão política, o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Numa localização de valor, não se mora ou se trabalha, vive-se o território.</strong></p>
<p>Afirmar-se como sustentável, mas sobretudo ser reconhecidamente sustentável é a meta de decisores, técnicos e cidadãos que partilham entre si o território. A localização onde se encontram, intercepta a visão política, o trabalho técnico e a ambição do cidadão que vive o território.</p>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu em 2015, 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável para cumprir a Agenda 2030, ano em que se estima que cerca de 60% da população mundial viva em cidades.</p>
<p>O reconhecimento das oportunidades e desafios subjacentes à projeção demográfica, está espelhado no 11º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável que recomenda a adoção de políticas para a criação de Cidades e Comunidades Sustentáveis.</p>
<p>Que territórios sustentáveis ambiciona a Agenda 2030?</p>
<p>Para cumprir o Desenvolvimento Sustentável, os territórios têm de ser promotores de <em>inclusão</em>, <em>segurança</em>, <em>resiliência</em> e <em>sustentabilidade</em>, através do equilíbrio entre a gestão urbanística e económica e a humanização dos espaços, encontrando a unicidade de cada localização. Esse é o seu valor.</p>
<p>Segundo a ONU, o valor de cada localização territorial decorre da operacionalização do objetivo 11, uma vez que, <em>“by choos­ing to act sustainably we choose to build cities where all citizens live a decent quality of life, and form a part of the city’s productive dynamic, cre­ating shared prosperity and social stability without harming the environment”</em>. O cidadão, num território 2030, é parte da dinâmica local, intervindo com base na sua localização, sejam ao nível da sua rua ou o do seu bairro</p>
<p>Os territórios 2030 serão o resultado do que decisores, gestores e cidadãos forem capazes de produzir em conjunto numa determinada localização. É inequivocamente o contributo local que vai cumprir o objetivo mundial de desenvolvimento sustentável. Porquê?</p>
<p>Porque só quem conhece o território é capaz de lhe diagnosticar as fraquezas e os pontos fortes, minimizando as ameaças e exponenciando as oportunidades daquela localização, conferindo-lhe o seu valor.</p>
<p>Para isso, a partilha de todos os contributos é decisiva, são <em>inputs</em> que chegam do terreno e que articuladamente são analisados e solucionados. Mas a fluidez no acesso e na troca de informação é decisiva e só é possível quando são disponibilizadas ferramentas de Tecnologia de Informação Geográfica à medida das necessidades de quem planeia, gere, vive o local.</p>
<p>O cityhub, lançado em junho, é uma plataforma de gestão inteligente do território que centraliza soluções digitais que permite ao munícipe aceder a um conjunto de serviços sem sair de casa, e ao Município mais celeridade e assertividade nas soluções, impulsionadas pela fluidez de comunicação em tempo real.</p>
<p>Mas o que têm em comum o Município e os munícipes? Uma plataforma de gestão inteligente do território? Não! Muito mais do isso, têm uma localização em comum para ser vivida.</p>
<p>O cityhub é o meio através do qual o munícipe comunica ao Município o que se verifica <em>aqui</em> e <em>agora</em>. Em tempo real o Município regista o contributo do cidadão e desencadeia o protocolo de resposta adequado. Mas não é só!</p>
<p>O cityhub é sinónimo de comunicação eficaz. É o balcão do munícipe disponível no bolso de cada um, através de uma plataforma em que a ligação se faz com a criação de um perfil de utilizador.</p>
<p>Em comum, Município e Munícipes têm a localização. São as coordenadas que partilham que os juntam no mesmo território, e por isso a procura de soluções, eficazes no tempo e eficientes em recursos, para os desafios que encontram diariamente é uma responsabilidade partilhada entre decisores, gestores e cidadãos.</p>
<p>O cityhub permite uma interação fácil e intuitiva, respeitando os princípios da universalidade para a transformação digital dos serviços públicos, definidos na Declaração Tallinn em 2017, sendo por isso uma plataforma intrinsecamente desenhada para ser utilizada por Todos em Todos os Municípios.</p>
<p>A plataforma permite centralizar num único ponto o contacto com o cidadão e a gestão das unidades orgânicas internas da autarquia, numa lógica de verticalização de serviços. É a compatibilização entre o trabalho interno e a necessidade externa.</p>
<p>O contacto com o cidadão e colaboradores da autarquia é alavancado por um portefólio de aplicações de base geográfica, com design comum, prático e funcional (iconografia adaptada à funcionalidade) como chave de facilitação para a utilização: apenas um login, confere a todos o ID para navegarem entre aplicações.</p>
<p>Para a autarquia, a gestão das unidades orgânicas torna-se mais assertiva e produtiva: a informação geográfica está disponível em tempo real, para os colaboradores internos, aos diferentes níveis de decisão, dentro da macroestrutura de planeamento e gestão do território.</p>
<p>O seu carácter transversal permite a ligação entre os Municípios aderentes ao cityhub, criando uma rede integrada de gestão territorial de âmbito nacional.</p>
<p>O cityhub cria territórios inclusos, seguros, resilientes e sustentáveis para cumprir 2030? Sim, centralizando informação e colocando na mão do munícipe o seu território a partir da sua localização, valorizando-a.</p>
<p>A Agenda 2030 é isto: é colocar o cidadão no centro da gestão local, envolvendo-o na dinâmica territorial em todas as suas fases, da conceção à implementação, mas também recolhendo de forma imediata a sua opinião sobre as transformações em curso. É dar ao cidadão as ferramentas necessárias para que a avaliação <em>ongoing</em> seja participada com base na localização de cada um, é apostar na humanização do território.</p>
<p>A plataforma tem em si a concretização do 11º objetivo para o Desenvolvimento Sustentável por ser um suporte de gestão integrada, priorizando a relação humana na construção dos territórios 2030, que em 2015 a ONU perspetivou.</p>
<p>A plataforma de gestão inteligente do território &#8211; cityhub, cumpre ao nível local os objetivos do desenvolvimento sustentável mundial, apoia os Municípios no processo de digitalização da sua relação com os munícipes e, sobretudo, coloca o cidadão no centro da experiência territorial.</p>
<p>Os territórios do futuro não carecem somente de se (re)inventarem ao nível do planeamento físico das cidades, precisarão sobretudo de trazer dinâmica humana aos espaços. Como? Convidando Todos a viverem cada vez mais o Município a partir da palma da mão, porque estar ligado também é fazer parte da rede social local, da rede de vizinhança.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Take an active interest in the governance and management of your city. Advocate for the kind of city you believe you need. Develop a vision for your building, street, and neighbourhood, and act on that vision.” (http://www.un.org/sustainabledevelopment)</em></p>
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